Parceria entre MDA, UnB e Rede CEFFAs leva formação a 620 meninas do campo em todo o Brasil
Curso “Construindo Conhecimentos, Colhendo Autonomia” inicia com aula inaugural e reúne 620 estudantes da Rede CEFFAs em uma formação voltada ao empoderamento, à autonomia e ao protagonismo das mulheres do campo.
Revisado por WELEN SILVA
5/12/20262 min read


Aula inaugural do curso “Construindo Conhecimentos, Colhendo Autonomia” marca início de projeto voltado à emancipação e empoderamento de estudantes de Escolas Famílias Agrícolas e Casas Familiares Rurais
A manhã do dia 13 de maio de 2026 foi marcada por um importante passo na formação de mulheres do campo. Foi realizada a aula inaugural do Curso de Formação Modular a Distância “Construindo Conhecimentos, Colhendo Autonomia”, que reúne 620 estudantes da Rede CEFFAs (Centros Familiares de Formação por Alternância), composta por Escolas Famílias Agrícolas (EFAs) e Casas Familiares Rurais (CFRs) de todo o país.
A iniciativa é resultado de uma parceria entre o Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), por meio da Secretaria de Governança Fundiária, a Universidade de Brasília (UnB) e a Rede CEFFAs. O curso tem como objetivo promover a emancipação, o empoderamento e a autonomia das jovens camponesas, articulando conhecimentos científicos e saberes populares voltados à realidade e aos desafios do campo.
Em nota, a Rede CEFFAs parabenizou as 620 estudantes matriculadas e agradeceu o empenho do MDA e da UnB na concretização do projeto.
“Este é um marco para a Educação do Campo. Agradecemos a cada estudante pela confiança e reafirmamos nosso compromisso com uma formação que contribui para a construção da autonomia e do protagonismo das mulheres do campo”, destacou a coordenação da Rede.
A entidade também registrou agradecimentos especiais, em nome de Estela, a toda a equipe do MDA envolvida na elaboração e implementação da proposta.
O curso será ofertado na modalidade de educação a distância, organizado em módulos e fundamentado nos princípios da Pedagogia da Alternância, metodologia que integra os tempos de estudo na escola e os tempos de vivência e aplicação nas comunidades.
A proposta busca estimular que as estudantes desenvolvam e apliquem os conhecimentos adquiridos em seus territórios, fortalecendo a agricultura familiar, a sucessão rural e o protagonismo feminino nas comunidades.
Para o MDA, investir na formação de meninas e mulheres do campo é uma estratégia essencial para promover o desenvolvimento sustentável, a inclusão social e a redução das desigualdades no meio rural. Já a Universidade de Brasília reforça que a parceria evidencia o compromisso da universidade pública com os movimentos sociais e com a construção de uma educação popular, democrática e transformadora.


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